17 de julho de 2012

Rob Gordon X Clã do Tubarão Voador


Lembra da fila da cantina na escola?

Dezenas de crianças espremidas ao redor de um balcão, todas com fichas na mão e distribuindo cotoveladas nos colegas, aos gritos de “um misto!”, “tio, e minha coxinha?”, “o meu é só um suco, é rapidinho!”. Era como uma versão-mirim do inferno.

Eu, como sempre fui um dos menores alunos de todas as escolas que frequentei, sempre me dava mal na luta pelo lanche. Isso, claro, até eu fazer uns 13 ou 14 anos e começar a usar minha altura – ou melhor, a falta dela – a meu favor: passava por baixo das outras crianças e me materializava de surpresa na frente de todos, ali no balcão.

Mas esta minha vantagem – que, por incrível que pareça nunca me rendeu uma surra – não tornava as coisas mais fáceis. Por isso dei graças a Deus quando me formei na escola e deixei meus dias de fila da cantina para trás. E, claro, toquei minha vida de lá para cá certo de que aquilo jamais voltaria. Era como a adolescência: uma fase difícil, que todos nós precisamos enfrentar, e que, mais cedo ou mais tarde, fica para trás.

Isso, claro, até eu conhecer o McDonald’s dentro do Walmart, ali na Barra Funda. Sim, dentro do mercado existe uma espécie de praça de alimentação. Quer dizer, não é exatamente uma praça de alimentação. Tem só um Spoletto, dois restaurantes desconhecidos e o McDonald’s. É quase um canteiro de alimentação.

Enfim, como estou fazendo um trabalho na região, o lugar funciona como quebra-galho e às vezes vou até ali almoçar. Mas, até agora, havia experimentado somente o Spoletto. Isso porque a comida nos dois outros restaurantes não é muito apetitosa (dia desses, um deles tinha no buffet um frango assado que, olhando de perto, se parecia com uma pomba) e o McDonald’s parece, em todos os dias, um centro de distribuição de alimentos para refugiados, com mais ou menos seis mil pessoas se espremendo em duas filas.

Bem, hoje fui até ali e, depois de dois ou três dias comendo no Spoletto, resolvi me aventurar no McDonalds’s. Afinal, por mais que estivesse lotado, ele ainda é um McDonald’s, o símbolo do fast food. Ou seja, é impossível você perder tempo ali. A não ser, claro, que você seja daquelas pessoas que pede o sanduíche sem cebola, com molho rose e fatias extras de picles e moço, será que o hambúrguer pode ser mal passado?

Enfim, cansado do Spoletto e nada disposto a encarar o pombo no espeto, me enfiei numa das filas do McDonald’s. E bastaram alguns minutos ali para eu ter certeza de que havia voltado para a fila da cantina na escola. As filas não tinham ordem nenhuma e, aparentemente, os funcionários do caixa eram imigrantes ilegais, e nenhum deles falava português. Ou isso, ou estavam fazendo operação tartaruga, porque, sem exageros, eu fiquei mais de cinco minutos parado no mesmo lugar, esperando a fila andar.

A única diferença entre a fila que eu estava e a fila da cantina era o tubarão.

Sim, um tubarão.

Aparentemente, a velha à minha frente era a feliz proprietária de um enorme balão de gás na forma de um tubarão. Um tubarão voador que, não satisfeito com seus poderes alados, ficou ali flutuando e me olhando com sua cara de imbecil, estrábico e com um sorriso meio demente.

Fiquei cinco minutos parado ali com o Tubarão na minha cara. Eu e as outras pessoas paradas ali, assistindo o caixa não entender que a cliente queria uma torta de maçã, e pedindo para que ela repetisse o pedido, se possível em norueguês, “porque eu ainda non falar português direita”.

E o tubarão ali, me olhando.

Até que, finalmente, eu andei. Veja bem: eu andei. Eu. Não a fila. Eu. Primeira pessoa do singular. Isso porque, do nada, levei uma porrada nas costas que me empurrou meio metro para a frente. Cai em cima da velha, enfiando a cara no tubarão-voador, fazendo com que ele fosse jogado para trás e ficasse dançando ali no ar. Mas ainda me olhando com cara de bobo.

A fila inteira olhou para mim como se eu tivesse acabado de disparar um arpão no último tubarão do planeta, sendo responsável pela extinção do animal. Pedi desculpas e olhei para trás. Não havia ninguém, somente uma mulher que decidiu comer um lanche depois de fazer as compras do mês, e estava tentando manobrar na fila com um carrinho repleto de sacolas, garrafas e um fardo de papel higiênico por cima de tudo. Mas eu não havia sido atingido pelo carrinho.

Olhei ao redor e não vi nada demais. Certo de eu tinha apenas escorregado, comecei a olhar o cardápio.

Big Mac. Quarteirão com Queijo. A merda do Tubarão me olhando. Cheddar McMelt. Angus (e só, porque meu cérebro não reconhece a existência de sanduíches de frango ou peixe). E, enquanto eu estava ali decidindo entre um número 1 e o número 4...

BAM!

Outra porrada. Desta vez na perna, me empurrando para o lado.

Olhei ao redor e vi uma coisa vermelha se escondendo no meio das pessoas, na fila. Cheguei a pensar que poderia ser o prato do dia do restaurante ao lado escapando da cozinha, mas logo percebi que se tratava do neto da velha à minha frente – provavelmente, o legítimo dono do tubarão mutante.

O moleque parou ao lado dela, gritou algo sobre o brinquedo do McLanche Feliz e saiu correndo novamente, empurrando as pessoas na fila – começando por mim, claro.

Menos de um minuto depois, o moleque voltou correndo, me empurrando mais uma vez. Tentei fazer com que ele acidentalmente batesse o peito no meu joelho, mas ele foi mais rápido. Assim, tive que me contentar em fazer a minha melhor cara de “mais uma dessas e você vai morrer”. Mas o pequeno imbecil não tomou conhecimento: parou ao lado da avó e começou a pular no mesmo lugar, tentando dar um murro no tubarão – até que ele conseguiu, fazendo o bicho voar na minha cara.

E eu, silenciosamente, prometi a mim mesmo que se isso acontecesse novamente, eu ia estourar aquela porra daquele tubarão ali mesmo, no dente.

Mas o pior de tudo foi que a velha sentiu que eu era uma ameaça tanto ao neto imbecil dela como ao tubarão mongol, e começou a me olhar feio, praguejando alguma coisa sobre “gente mal educada”.

Sorri para ela, resmungando um “you’re gonna need a bigger boat, velha” entre os dentes e a jurei de morte também.

Sim, porque a esta altura eu já estava decidido: ia matar a velha e o tubarão. Pouparia a vida do menino, mas somente para que ele cavasse a cova das duas, ali no estacionamento do Walmart. E depois eu o soltaria, afirmando que “conte para os outros da sua espécie que eles estão proibidos de voltar a este McDonald’s”.

Mas nada disso aconteceu, porque foi a vez da velha ser atendida. E, enquanto ela escolhia o que comer – porque gente assim sempre começa a pensar no que comer somente quando chega a sua vez – e o seu neto gritava a cada brinquedo que o atendente colocava no balcão, o tubarão continuava flutuando ali e me olhando com aquela sua expressão boçalizada.

E eu, internamente, jurei que o tubarão seria o primeiro a morrer.

Chegou a minha vez. Ou não, porque a velha, aparentemente sem conhecer a expressão “pode aguardar ao lado” que o atendente disse, resolveu esperar seu pedido ali mesmo, no caixa. E o funcionário do McDonald’s gritou em direção à fila:

- Prrróximo?

- Sou eu. Eu, aqui, atrás do Tubarão.

A velha me olhou feio e eu olhei feio para a velha. Aparentemente, eu ganhei, porque ela catou o neto imbecil e foi para o lado.

Mas o Tubarão não. Ele ficou flutuando na frente da minha cara, me obrigando a empurrá-lo para o lado. Ele voltou. Eu empurrei novamente. Ele voltou, com aquele sorriso imbecil. Desisti de empurrar e fiquei segurando o bicho ao lado da minha cabeça. E o isqueiro ali, coçando dentro do meu bolso, implorando para ser usado.

36 anos de vida. Curso superior completo. Dois livros publicados. Autor de uma HQ premiada. Tudo para ficar na fila do McDonald’s disputando lugar com um tubarão de plástico com cara de cretino.

- Eu quero um número quatro. Com coca.

- Cheddar, batata frrrrita and coca?

- Como?

- A zenhor quer cheddar, batata frrrrita and coca?

- Sim. Um número quatro.

- Nós non usar mais os prrrrromoções com númerras.

- Oi? Desde quando?

- Fgord gdcs omgrd wazion.

- Oi, desculpe, não entendi, o tubarão entrou na minha frente. Bom, enfim, é isso aí que eu quero.

- Non ter Coca. Poder outrrrra bebida?

- Como assim, você não tem Coca? Isso aqui é um McDonald’s, deve ter uma lei que impeça você não ter Coca.

- O Coca acabou.

- Certo. Tem guaraná?

- Ya.

- Ok. Então é guaraná.

- Poder ser pro viagem?

- Não, eu vou comer aqui. Longe do tubarão (mais uma olhada feia da velha), mas aqui.

- Estar zem bandeja.

- Só uma curiosidade: vocês têm hambúrguer, certo?

- Zim. Mas estar zem bandeja. Poder ser pro viagem?

- Cara, se você está sem bandeja, é evidente que pode ser para viagem.

Paguei e o imigrante ilegal me deu o troco. E fiquei ali, espremido, esperando meu pedido ficar pronto. Exatamente igual à cantina da escola, apenas trocando “estudantes” por “velha, tubarão imbecil e neto gritando”. Ou seja, não melhorou muito.

Peguei minha comida – depois de explicar pacientemente ao atendente que “guaraná e suco de uva são bebidas diferentes, será que você pode pegar a bebida que eu pedi?” – e ainda receber uma última olhada feia da velha, que provavelmente pensou que eu tentei roubar o suco do seu neto e fui me sentar.

Comi rapidamente, me levantei e fui embora. Mas, ao jogar as embalagens fora, não me contive. Olhei para trás e vasculhei a praça de alimentação. E lá estava ele: o tubarão, flutuando sobre uma mesa, com cara de mongolóide. E me olhando.

Fiz um gesto obsceno para ele e fui embora.

43 comentários:

Mario Cau disse...

"36 anos de vida. Curso superior completo. Dois livros publicados. Autor de uma HQ premiada. Tudo para ficar na fila do McDonald’s disputando lugar com um tubarão de plástico com cara de cretino."

Cara, eu ri MTO desse parágrafo auhauhauha

Ótimo texto!
E eu torci MTO pra vc matar o tubarão!

Alan (FFC) disse...

Hahhahahahhahahhahahha

Anônimo disse...

"começar a usar a altura a meu favor"

abraço!

Elise Garcia disse...

"36 anos de vida. Curso superior completo. Dois livros publicados. Autor de uma HQ premiada. Tudo para ficar na fila do McDonald’s disputando lugar com um tubarão de plástico com cara de cretino."

Cara, eu ri MTO desse parágrafo auhauhauha [2]

Nessas horas usar as unhas compridas é uma arma tática valiosíssima. Principalmente quando elas estão lixadas de uma tal forma que se transformam em punhais mais afiados do que uma faca Ginsu.

Bia (@beatrisgn) disse...

"meu cérebro não reconhece a existência de sanduíches de frango ou peixe"

Tamo junto! Eu NUNCA pedi nada de frango ou peixe no Mc Donald's.

A fila desse lugar é eternamente um inferno e nao importa o Mc Donald's que vc esteja. Alguma merda sempre acontece (pelo menos comigo...rs)

@Nenéia disse...

Imigrantes ilegais estão em TODOS os McDonald's da cidade... a coisa tá feia na Europa.

Lilian disse...

Obrigada por quase me fazer engasgar com meu suco, seu doido. Morri de rir aqui.

Sempre vai ter imbecis no mundo, não importa o quanto a gente tenha experiência. Como você sempre diz... Ô FASE!

Viиicius Silvα disse...

Olá ótimo blog, gostaria que conferisse o meu e me seguisse. Obrigado pela atenção! http://blogoficialdovinicius.blogspot.com.br

Varotto disse...

Morte à besta! Nesse caso, às bestas e o que você tem contra quem não gosta de cebola?!?

P.S.: That's some bad hat, Velha...

disse...

Texto inspiradissimo! Adorei a parte do "eu ia estourar aquela porra daquele tubarão ali mesmo, no dente." Sou a favor, viu. A

baixo as velhas incapazes de levar seus netos-anti-cristos ao Mc Donnalds com balões flutuantes de bichos hostis com cara de mongoloide! rss

renata de toledo disse...

"o McDonald’s parece, em todos os dias, um centro de distribuição de alimentos para refugiados, com mais ou menos seis mil pessoas se espremendo em duas filas."
- quando eu conseguir parar de chorar de tanto rir eu volto e comento mais alguma coisa

Varotto disse...

Pensando bem, meu comentário deveria ter sido "That's some bad ballon, Velha..."

Hally disse...

Gente, os Mc Donald's do Brasil são todo iguais, pelo visto. E sempre tem uma criança pentelha com pais (ou avós, né?) idiotas que não conseguem controlá-la e ficam infernizando a vida das pobres pessoas que estão nessas filas gigantes e só querem sair dali com seu pedaço de boi (será?).

Por essas e outras que, sempre que possível, se o MD ou o BK estão cheios, o Bob's salva vidas com aquele sanduiche de 160g de picanha com farinha e condimentos (será? [2])

Excelente texto, tava sentindo falta dessas suas "fases" hehehe =D

Stess disse...

huauhahuahuahuah ótimo texto! O tubarão deve ser um desses aqui http://www.youtube.com/watch?v=qTLlnY4WSSY

Natalia Máximo disse...

Rob, você não tava sabendo que agora o McDonald's tá fazendo um programa de intercâmbio de funcionários (mentira)? =D

Mas, falando sobre McDonalds, um dia tava na Paulista com meu irmão e fomos pedir um sorvete naquele Mc perto da Gazeta. Ele, que teve seu primeiro emprego no MC com uns 13 anos (e, citando minha mãe "foi só assim pra esse menino parar de me infernizar"), ficou uma eternidade discutindo com uma senhora da nossa frente sobre a demora do atendimento nos McDonald's atualmente, como na época dele tinha mais cobrança, blá blá blá... Tive que dar razão quando meu sorvete chegou derretido, dez minutos depois e sem a cobertura extra que eu pedi.

Ainda bem que não tinha tubarão lá, senão nem sei o que faria.

Michele disse...

"36 anos de vida. Curso superior completo. Dois livros publicados. Autor de uma HQ premiada. Tudo para ficar na fila do McDonald’s disputando lugar com um tubarão de plástico com cara de cretino."

Cara, eu ri MTO desse parágrafo auhauhauha [3]

mas ao fazer seu gesto obceno para ele, você também mostrou que apesar disso tudo, continua uma criança de 13 anos por dentro(e com o tamanho de uma, mas não entraremos nesse detalhe)

Varotto disse...

Natália, se eles estão fazendo intercâmbio de funcionários eu não sei, mas, pelo cenário de terror descrito, eles devem estar fazendo curso com o pessoal do Bob's.

P.S.: Tem Bob's em SP?

Michele disse...

Varotto, tem sim, no Eldorado, no Center 3 e no Vourbon. talvez tenha em outros shoppings tbm.

Anônimo disse...

Por completo, deixou de existir.
Deixou de existir nas memórias onde outrora esteve tão vívido, deixou de existir nas recordações onde em outra época era tão protagonista. Deixou de existir...

Foi quando surgiu ela, lhe devolveu o animo, lhe dera força, lhe motivava, apoiava. Mais do que isso, suportava a sua insistência em desaparecer.

Com sua paciencia em resistir à sua vontade de sumir, foi vencendo-lhe com seu amor terno e, sem esperar nada em troca, continuava ali ao seu lado, mesmo quando ele insistia em sumir atrás dos travesseiros naquele quarto em penumbra.

Pouco a pouco, ela e sua paciência irritante foram amolecendo o peito, ele pensava em a expulsar dali, chutar ela para que pudesse desaparecer por completo, mas não conseguia. Aquela paciencia irritante era acalentadora.

Deixando de ser cego aos poucos, aquele amor despretensioso, que não espera nada em troca foi se tornando recíproco, a vontade de desaparecer não era mais tão recorrente, a luz daqueles fios castanhos lhe impulsionava fora da cama, por ela, a vontade de desaparecer foi se transformando em vontade de gritar para o mundo como ele tinha sorte. Voltou a ter uma razão pelo que se esforçar.

Desde então, ao deitar na cama e pensar em desaparecer atrás daqueles travesseiros, ele lembrava de seu rosto, e seu peito se enchia de calor, e ele dormia rápido, sorrindo, pois no outro dia era uma grande batalha, e, por ela, ele ia vence-la.

E a ela o amor eterno ele prometeu, e vem sendo assim nesse passado recente. Obrigado Mariana, eu te amo.

*esse comentário é pro último texto do chronicles, como lá não posso postar anônimo e não tenho cmoo entrar na minha conta do google, vou deixar o comentário aqui mesmo...

Varotto disse...

Michele, meus pêsames...

Michele disse...

Varotto, Bobs só tem uma coisa de bom... o milkshake de ovomaltine. =)
de resto, sou nem doida de comer lá. onde tem bobs tbm tem ou bk ou subway, logo...

Varotto disse...

O milkshake de ovomaltine é a única coisa que têm me feito entrar no Bob's nos últimos 25 anos. E, mesm assim, tenho de respirar fundo antes...

Elise Garcia disse...

Tem Bob's no Grand Plaza Shopping, em Santo André, e na rodoviária do Tietê. E da última vez que eu comi neste último, pensei que havia engravidado de um alien barulhento cujo pai era o sanduíche...

Camila disse...

Ahhhhhh. Estava torcendo para você estourar o tubarão... :P

Rob Gordon disse...

Mario:

Descobri que estão sempre dando esses tubarões-de-gás lá perto. Não vai faltar oportunidade!

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Alan (FFC):

Presumo que tenha gostado do texto. :)

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Anônimo:

Arrumado. Obrigado pelo toque!

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Elise:

Minha vontade era acender um cigarro e usar a brasa. Mesmo porque se desse pau, eu poderia ameaçar queimar as pessoas até escapar para a rua!

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Bia:

A única coisa de frango que vende no Mc Donald's é nuggets. Já peixe não tem nada.

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

@Neneia:

Não sei se é na Europa, ou em algum outro planeta do sistema solar - com exceção de Marte, já vimos que de lá eles não são.

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Lilian:

Se o suco for do McDonald's, pode engasgar e derrubar tudo, que eles dão outro. Mas a vantagem é que você não precisa nem pegar fila para isso.

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Vinicius:

Não é assim que as coisas funcionam. Obrigado pelo "Olá ótimo blog", mas este não é meu nome. Meu nome é Rob Gordon.

Na próxima vez, dê-se ao trabalho de tentar descobrir ao menos isso.

Grato.

Ótimo blog.

Rob Gordon disse...

Varotto:

Contra quem não gosta de cebola? Nada. Já contra as pessoas que decidem personalizar o sanduíche do Mc Donald's na minha frente....

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Fê:

Anti-Cristo é a palavra ideal, eu não teria definido melhor!

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Renata de Toledo:

Ria à vontade. Estaremos sempre por aqui. :)

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Hally:

Os McDonald's são todos iguais. E as outras lanchonetes também. O Bob's se salva porque nunca tem ninguém lá dentro. Às vezes, nem atendentes.

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Stess:

Era algo parecido com isso!

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Natalia:

Falando sério agora: a qualidade do atendimento caiu muito. Não sei se começaram a pagar menos (consequentemente, contratando gente com menos neurônios), ou se é bobagem da gerência. Mas faz muito tempo que, em 99% das vezes, eu preciso falar o meu pedido pelo menos duas vezes - o CPF, então, umas cinco.

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Michele:

Eu nunca disse que deixei de ser criança. Aliás, 13 anos é exagero, sou mais novo que isso. :)

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Anônimo:

Recebi seu e-mail. Vou responder em breve!

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Camila:

Como eu disse ao Mario, não vai faltar oportunidade!

Beijos!

Rob

David disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
David disse...

Eu sou o mais novo de quatro irmãos e sempre me pede para fazer as coisas em casa. Eu tenho que lavar, arrumar a mesa para comer, etc. Eles me pedem para ligar para Delivery em Vila Mariana Eu odeio ser o menor, sempre me incomodou.