8 de dezembro de 2011

O Maior Espetáculo da Terra

Quando as luzes do estádio londrino se apagaram, a expectativa em toda a plateia era enorme. O que se poderia esperar de um John Lennon afastado do palco – e, a bem da verdade, da carreira musical como um todo – há anos? O antigo Beatle, após se envolver de corpo em alma em outras atividades, como o combate a fome e protestos em nome dos direitos humanos, simplesmente colocou a música de lado, passando mais de duas décadas sem gravar material novo ou se apresentar em público.

Diferente do caminho trilhado pelo antigo companheiro Paul McCartney, Lennon deixou o rock para trás. Seu palco, agora, é a política. Suas plateias são formadas por governantes de países do planeta inteiro. Suas composições não são músicas sobre amores adolescentes ou a busca pela mulher amada, mas sim discursos de paz, tolerância e igualdade – temas que já haviam motivado boa parte dos seus primeiros álbuns solo, na década de 70.

Não é á toa que o mundo se surpreendeu quando o britânico anunciou que retornaria aos palcos em 2011, para promover seu novo disco – uma coletânea que contém os pontos altos de sua carreira solo e gravações caseiras de alguns sucessos dos Beatles. A imprensa logo passou a questionar se Lennon teria fôlego para duas horas de show, e se os espetáculos não seriam discursos políticos entrecortados por algumas canções esparsas.

Tudo começou a ser respondido ainda com as luzes apagadas, quando os primeiros acordes de guitarra ecoaram pelo estádio ainda escuro. Não era preciso ser um grande fã dos Beatles para reconhecer a introdução de Revolution. Ainda sob os gritos da plateia, as luzes se acenderam e mostraram que John Lennon – sobre o palco e gritando que “You say you wanna a revolution” – poderia ter abandonado o rock, mas o rock nunca o abandonou.

Trajando calça jeans, bota e jaqueta de couro, o músico empunhava sua guitarra com segurança e destreza, como se tivesse passado décadas somente ensaiando para seu retorno. Com cabelos despenteados e a barba cuidadosamente aparada para esconder os pelos brancos, a impressão do público era que Lennon – o Lennon roqueiro, ao menos – não havia envelhecido um dia. Os únicos indícios de sua idade avançada (ele completou 71 anos em outubro) eram as rugas ao redor dos olhos, visíveis sob seus óculos quando seu rosto aparecia em close nos telões.

Mas a plateia não parecia se importar, e continuou eufórica até o final da segunda música, o hit Instant Karma!, que foi cantado de ponta a ponta pela mais de cinquenta mil pessoas que lotavam o estádio. E foi após conquistar a plateia com somente duas músicas, que Lennon resolveu dar boa noite à plateia. Com seu tradicional sarcasmo, confessou não se lembrar de como os palcos de Londres eram maiores que os de Liverpool, mas disse que já havia enfrentado plateias mais assustadoras em pronunciamentos na ONU. “Mas vocês são mais sinceros que eles”, emendou.

“Gostaria de tocar uma música que compus quando eu ainda era menino, e um pouco mais inocente”, proferiu, antes de começar a executar She Loves You, um dos primeiros sucessos dos Beatles, entoada feito um hino pelos presentes. E, ainda falando sobre amor, emendou a canção com a balada Jealous Guy, executada com uma perfeição assustadora.

A partir daí, o tema “amor” continuou dando as cartas no setlist do músico britânico. Ao anunciar que as próximas músicas seriam dedicadas às pessoas apaixonadas de todo o mundo, fez a plateia se emocionar com uma performance arrebatadora de Woman, emendando com a bela (Just Like) Starting Over.

“É assim que me sinto, tocando hoje para vocês. Me sinto como se minha vida inteira estivesse recomeçando”, afirmou o Beatle, antes de anunciar que “realmente iria voltar para o começo de tudo”, puxando uma gaita do bolso de sua jaqueta e entoando os primeiros acordes de Love Me Do, um dos primeiros e maiores sucessos do quarteto de Liverpool. E, descontando-se as pequenas rugas ao redor dos olhos, era possível ver um Lennon pouco mais de vinte anos no palco, suando como um jovem que dá tudo de si para a plateia.

“Agora é hora de nos acalmarmos um pouco”, explicou, antes de começar a sessão acústica do show. Contudo, para delírio da plateia, recusou o banco que lhe foi oferecido por um roadie e preferiu tocar em pé, enquanto os demais músicos se sentavam ao seu redor.

Vale lembrar que, até então, a plateia mal havia percebido a presença de outros músicos no palco. Sua banda de apoio executa cada canção com precisão e garra, mas o público tem olhos apenas para Lennon. Seja tocando guitarra e cantando no meio do palco, seja de costas conversando algo com o baterista, seja andando para as laterais, o público não desvia os olhos dele, como se o fato de estar vendo John Lennon à sua frente fosse algo impossível de ser assimilado direito.

E foi no meio do palco, em pé, que ele dedicou uma canção “aos três melhores amigos que um homem poderia ter”, preenchendo o telão com imagens dos Beatles ao som de In My Life, levando boa parte da plateia às lágrimas. “Sinto falta deles”, disse, em tom triste, ao final da música.

E, ainda em pé, executou a sombria Norwegian Wood (This Bird Has Flown) e a melancólica You’ve Got to Hide Your Love Away e uma versão acústica de Mind Games, que talvez até mais emocionante que a original. E, antes de encerrar a sessão acústica, deu um caráter político ao show entoando Working Class Hero, antes de retornar definitivamente aos Beatles com Across the Universe, acompanhada no telão por imagens de anônimos feitas por Lennon em suas viagens e de antigos cadernos de poemas do músico.

Poucas vezes um set acústico deixou uma plateia sem fôlego como neste caso. Ao voltar a pegar sua guitarra, Lennon era mais que ovacionado, e sim reverenciado pela plateia com um ardor quase religioso. Tímido e aparentemente um pouco desconfortável com isso, agradeceu aos presentes pela chance de tocar novamente para eles, mas logo “quebrou” a plateia ao executar o início do riff de (I Can’t Get No) Satisfaction, dos lendários Rolling Stones. “Se vocês vieram ouvir esta música, acho que vieram ao show errado”, disparou.

Ainda sob as gargalhadas da plateia, deu início a HELP!, de forma tão empolgante que quase não se ouvia a voz das três backing vocals postadas à esquerda do cantor. E, ao final da música, perguntou se o público gostaria de ouvir um pouco mais de Beatles, ensaiando a introdução de Ticket to Ride, cantada em uníssono pela plateia.

A partir de então, o músico entoou uma série de seus maiores sucessos dos Beatles, sendo que muitas das canções nunca haviam sido executadas ao vivo durante os anos 60. É o caso da enigmática Lucy in the Sky With Diamonds (“já me disseram que esta música é sobre drogas. Sinceramente, faz tanto que eu a escrevi que nem lembro mais sobre o que era”) que, seguida por Strawberry Fields Forever, criou quase um efeito hipnotizante no público, que sequer conseguia aplaudir direito.

Mas, para despertar a plateia, Lennon encerrou a primeira parte do show com justamente aquilo que ele faz melhor: rock, fazendo a multidão berrar, literalmente, todos os versos da famosa versão dos Beatles de Twist and Shout, presente no primeiro álbum da banda. Ofegante e com suas roupas encharcadas de suor, Lennon deu boa noite e agradeceu à plateia, que entoava seu nome incessantemente.

Minutos depois, retornou ao palco – desta vez sem jaqueta e com uma camiseta escrita “paz” em diversos idiomas – para o primeiro bis. Ainda saudado pela plateia, Lennon e sua banda começaram a executar Come Together, que, com seu ritmo cadenciado, levou o público à loucura. Mas o que se viu nos pouco mais de dez minutos seguintes foi uma verdadeira aula de rock, em todos os sentidos, com as interpretações das intricadas I Am the Walrus e A Day in the Life, consideradas duas das maiores composições do século 20.

Pausa para um novo intervalo e, a despeito do que se imaginava, Lennon retorna para o palco sem demonstrar sinais de cansaço para a sua idade ou para o tempo em que ficou afastado de turnês. E conversa com a plateia, explicando que o show está chegando ao final, mas que gostaria de cantar mais algumas canções de ir embora. E, surpreendentemente, dedica o último trecho do show ao homem que disparou contra ele – no famoso atentado de 8 de dezembro de 1980, que fez Lennon passar semanas no hospital antes de se recuperar totalmente.

“Eu já o perdoei há muito tempo”, explica o cantor, em frente a uma multidão silenciosa. “Mesmo porque toda violência deve ser perdoada antes de ser esquecida para que não se repita”, conclui, antes de pedir para que todas as pessoas da plateia fiquem de mãos dadas, sendo prontamente obedecido. “Além disso, esta história ficou no passado. E é minha obrigação, e de cada um de vocês, olhar somente para o futuro”, conclui.

Ao sentar-se no piano branco colocado em um canto do palco, uma última brincadeira. “Paul tocava piano melhor que eu, mas prometo que vou me esforçar”. E, se em quase duas horas de show Lennon havia mostrado porque é um dos maiores ícones do rock, nos dez minutos seguintes exibe o fato de ser uma das maiores personalidades da história recente da humanidade. Assistido por uma plateia de mãos dadas, entoa o maior sucesso de sua carreira solo, Imagine, pedindo por um mundo sem países, fronteiras ou desigualdades.

Contudo, jamais completa a canção, puxando o coro da plateia para a emblemática “Power to The People”, por alguns minutos. E, com a multidão ao seu comando, canta que “all we are saying is give peace a chance”, sendo acompanhado pelas milhares de pessoas que assistem a tudo de mãos dadas. Levanta-se do piano e despede-se, anunciando uma última música.

E é com sua banda executando All You Need is Love, com flores e balões de gás brancos caindo sobre o palco e a multidão, que John Lennon, ainda cantando, despede-se da plateia após tantos anos ausente.

No telão, apenas uma frase: “O sonho começa agora”.

Enquanto a plateia aplaude emocionada, o ídolo caminha para os bastidores, com sua guitarra ainda presa ao corpo, e some na escuridão. As luzes do estádio se acendem e ele não é mais visto. Mas, desta vez, o mundo está tranquilo. Pois ele tocará novamente amanhã.

O sonho começa agora.


Dedicado a John Winston Lennon,
tragicamente morto há exatos 31 anos.

47 comentários:

Fernando Cesarotti disse...

Porra, Rob, precisa fazer a gente chorar no meio do expediente?
(E eu nem sou "Lennista", hein? Se fosse uma questão partidária, diria que eu sou "Paulzista moderado")

Michele disse...

lindo, Rob! lindo!
me emocionei aqui e fiquei realmente pensando em como seria se ele, de fato, ainda estivesse vivo. parabéns!

Elise disse...

Eu não sei quantas vezes eu me arrepiei lendo esse texto... e é difícil eu me arrepiar lendo alguma coisa. =)

Andre Scalzer Silva disse...

Parabéns pelo texto. É de uma leveza tamanha que me fez querer ler bem devagar para não chegar ao fim e voltar à realidade.

MaxReinert disse...

VSF, viado!!!!

Ronald disse...

Por 10 minutos estive em londres e me arrepiei de emoção.
Obrigado.

Eduardo Forbes disse...

Adorei o texto! Obrigado!

Varotto disse...

Quem sabe em um universo alternativo?

IsabelVeronica disse...

Putz!
Muito lindo!

Beijos!

Lígia disse...

Coisa mais triste do mundo a morte do John. Me indigno sozinha até hoje, fico triste em silêncio, penso em como seria maravilhoso tê-lo por aí ainda.

=(

Marcel Moura disse...

Cara eu tenho 23 anos e vc me fez chorar como um menino agora lendo isso... Durante todo o tempo que tava lendo fiquei ouvindo mentalmente o Paul cantando Here Today no engenhão...
Parabéns meu caro, só uma pessoa com uma sensibilidade artística enorme e um amor pelos Beatles ainda maior poderia sintetizar um sonho de forma tão bonita como você fez.
Muito obrigado.

Marcel Moura

Lucas disse...

Rob, eu queria poder descrever o que estou sentindo agora. Talvez se eu fosse o escritor gigantesco que você é, eu conseguisse. Só dá pra falar que estou chorando copiosamente aqui, mas um choro daqueles bons, como se eu estivesse em Londres, vendo Lennon tocar.

Muito obrigado por isso. Muito obrigado mesmo.

disse...

Poxa Rob, vc realmente tem o dom das palavras, mas tem dias... tem dias... tem dias que vc consegue 'quebrar' a gente. :'(
Sem condições de comentar mto mais.
Fantastico texto!

P. Yuuko disse...

Lindo demais! Me fez chorar! ;)

Lilian disse...

Não sou fã de Beatles. Mas adoro ler essas crônicas que você escreve sobre eles... porque é como se você os conhecesse tão bem, fica taão real que eu não me espantaria de ser esse o seu relato se você tivesse ido a esse show. Se ele tivesse existido.

Você é foda, Rob.

Rob Gordon disse...

Fernando Cesarotti:

Assim como você, eu sou "moderado", mas para o lado do Lennon (adorei sua definição). Então, se você chorou ao ler, imagine o quanto eu não me emocionei escrevendo alguns trechos?

Obrigado pelos elogios!

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Michele:

Que bom que curtiu, fiquei feliz!

Beijos

Rob

Rob Gordon disse...

Elise:

Vou encarar isso como uma baita elogio, então! Obrigado!

Beijos

Rob

Rob Gordon disse...

André Scalzer Silva:

Obrigado! Realmente, tentei fugir de um tom triste ou melancólico no texto. Afinal, já que se trata de uma realidade alternativa, que ela seja leve e agradável! Fico feliz de ter conseguido passar isso no texto!

Abraços e muito obrigado!

Rob

Rob Gordon disse...

Max Reinert:

Também sou (muito) fã dos seus textos! :)

Abração!

Rob

Rob Gordon disse...

Ronald:

Espero que tenha curtido esta viagem e que ela seja inesquecível!

Abraços

Rob

Rob Gordon disse...

Eduardo Forbes:

Eu que agradeço. Sempre.

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Varotto:

Infelizmente, somente lá.

Abraços

Rob

Rob Gordon disse...

Isabel:

Obrigado! De verdade!

Beijão!

Rob

Rob Gordon disse...

Lígia:

Eu também penso muito a respeito disso, em como seria se ele estivesse vivo. Infelizmente, é algo que podemos somente imaginar. É uma pena. Ele sempre vai fazer falta.

Beijos

Rob

Rob Gordon disse...

Marcel Moura:

Muito obrigado, não apenas pelos elogios mas principalmente pela sensibilidade com que você se permitiu ler o texto - e compartilhar ela aqui comigo e com os demais leitores. Você disse sobre sensibilidade artística (e eu agradeço por isso), mas acho muito difícil uma pessoa que ame os Beatles não ter uma sensibilidade enorme - e isso vale tanto para mim, como escritor, como valeu para você, como leitor.

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Lucas:

Em poucas linhas, você descreveu perfeitamente o que estava sentindo. Muito obrigado por compartilhar isso, e pelos elogios. Muito obrigado mesmo!

Abraços!

Rob

Rob Gordon disse...

Fê:

Muito, muito obrigado!

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

P. Yuuko:

Se as lágrimas foram boas e leves como tentei fazer com o texto, fico orgulhoso por ter conseguido!

Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Lilian:

Seu comentário tem um sabor especial, já que você nem é fã deles. Mas, se mesmo assim você consegue se sentir próxima deles enquanto lê... Só me resta agradecer por ter compartilhado isso aqui.

Muito obrigado, mesmo!

Beijos

Rob

Fagner Franco disse...

Vamos lá, falando sério, PARA DE FAZER A GENTE CHORAR NO TRABALHO, PORRA! Caramba, Rob! Quando vi pra onde vc estava indo, já comecei a lacrimejar. Animal!

Rob Gordon disse...

Fagner:

Seja sincero... O que são umas lágrimas no trabalho em troca de assistir a um show do John Lennon?

Mas, piadas à parte, agradeço muito pelos elogios! Obrigado mesmo, cara!

Abraços!

Rob

Gilgomex™ disse...

É. Se Paul McCartney já é phoda... Esse seria mesmo o maior espetáculo da terra... (Pra quebrar o clima, teria Justin Bieber fazendo uma participação tocando bateria...)

Rob Gordon disse...

Gomex:

Sem heresias, por favor.

Abraços!

Rob

Kel Sodré disse...

Ai, cacete... Que merda de mundo em que não é possível ver esse show, viu? Que merda de mundo...

Toda vez que eu falo aqui que chorei, ou que ri alto, ou qualquer uma das reações que tive lendo os textos é porque é verdade. Neste texto, além de ter enchido os olhos de lágrimas em alguns trechos (o parágrafo "E foi no meio do palco..." você fez de sacanagem, né?), um arrepio muito forte passou da minha nuca até a canela e ficou em mim até uns minutos depois do ponto final. Em algumas passagens, esse arrepio ficava mais forte, mas ele me acompanhou em toda a leitura do texto.

Que pena, que pena que esse texto não é uma resenha, mas uma obra de ficção. Estou realmente triste por isso.

Rob Gordon disse...

Kel:

Eu tive algumas sensações diferentes do normal ao escrever este texto. Fiquei emocionado em alguns momentos (não só pelo texto em si, mas, assim como você, por saber que isso jamais será possível), mas, em determinado momento, me senti como se o show tivesse acontecido de verdade, e eu estava apenas relatando.

Foi engraçado perceber isso enquanto eu escrevia, reparar que, em alguns momentos, o texto deixava de ser ficção e virava quase uma realidade. E foi justamente por essa sensação que eu terminei o texto com "o sonho começa agora" (este final me ocorreu somente quando eu já estava quase terminando o texto).

Apesar da tristeza que você sentiu, fico feliz por você ter gostado. Muito obrigado!

Beijão

Rob

Natalia Máximo disse...

Cada palavra desse texto me deixou arrepiada. Esse é um assunto muito delicado pra mim, nem sei o que falar.

Lindo demais, Rob. Obrigada.

Rob Gordon disse...

Natalia:

Eu imaginei que você fosse ter "problemas" ao ler o texto. Mas, como sempre, eu que agradeço. Não somente por ele ser lido, mas sim por ele ser lido com esta sua sensiblidade.

Beijos

Rob

Daniel disse...

Cara, pra mim este foi um dos seus melhores textos. O que me deixa meio chateado, na verdade... Tem jornalista que não faz uma resenha tão boa de shows que aconteceram de verdade! No fundo, fico com vergonha por viver no mesmo mundo que o Beto Lee hehehe...

Rob Gordon disse...

Daniel:

Obrigado pelos elogios! Mas, sinceramente, preferia ter escrito um texto não tão bom, desde que o show realmente tivesse acontecido. Mas agradeço de verdade pelos elogios!

Abraços!

Rob

HenriK Félix disse...

Me fez chorar, sinceramente, parabéns.

Rob Gordon disse...

HenriK Félix:

Muito obrigado!

Abraços!

Rob

luciambf disse...

Quero, de coração, agradecer ao pastor FeliciAnus, por ter sido o responsável de me levar a esse blog... Li o nome de Rob Gordon num post do facebook e fiquei curiosa. Abri o blog e fiquei espantada! Perplexa! Extasiada! Sou fã dos Beatles desde tempos imemoriais... Mais do George do que dos outros. Mas amo todos... Como amei ler o texto sobre o retorno do John aos palcos! Que pena que eu nao pude ir ao show! Nao pudemos! Nenhum de nos! Melhor esquecer disso... Melhor perdoar e deixar a dor no passado... E continuar cantando as mais lindas musicas do planeta Terra e adjacências! Rob, vc é fantástico!

luciambf disse...

Quero, de coração, agradecer ao pastor FeliciAnus, por ter sido o responsável de me levar a esse blog... Li o nome de Rob Gordon num post do facebook e fiquei curiosa. Abri o blog e fiquei espantada! Perplexa! Extasiada! Sou fã dos Beatles desde tempos imemoriais... Mais do George do que dos outros. Mas amo todos... Como amei ler o texto sobre o retorno do John aos palcos! Que pena que eu nao pude ir ao show! Nao pudemos! Nenhum de nos! Melhor esquecer disso... Melhor perdoar e deixar a dor no passado... E continuar cantando as mais lindas musicas do planeta Terra e adjacências! Rob, vc é fantástico!

luciambf disse...

Quero, de coração, agradecer ao pastor FeliciAnus, por ter sido o responsável de me levar a esse blog... Li o nome de Rob Gordon num post do facebook e fiquei curiosa. Abri o blog e fiquei espantada! Perplexa! Extasiada! Sou fã dos Beatles desde tempos imemoriais... Mais do George do que dos outros. Mas amo todos... Como amei ler o texto sobre o retorno do John aos palcos! Que pena que eu nao pude ir ao show! Nao pudemos! Nenhum de nos! Melhor esquecer disso... Melhor perdoar e deixar a dor no passado... E continuar cantando as mais lindas musicas do planeta Terra e adjacências! Rob, vc é fantástico!

luciambf disse...

Quero, de coração, agradecer ao pastor FeliciAnus, por ter sido o responsável de me levar a esse blog... Li o nome de Rob Gordon num post do facebook e fiquei curiosa. Abri o blog e fiquei espantada! Perplexa! Extasiada! Sou fã dos Beatles desde tempos imemoriais... Mais do George do que dos outros. Mas amo todos... Como amei ler o texto sobre o retorno do John aos palcos! Que pena que eu nao pude ir ao show! Nao pudemos! Nenhum de nos! Melhor esquecer disso... Melhor perdoar e deixar a dor no passado... E continuar cantando as mais lindas musicas do planeta Terra e adjacências! Rob, vc é fantástico!

Elise Garcia disse...

Três anos depois, aqui estou eu de novo me arrepiando mais uma vez ao ler esse texto. E ficando com um nó na garganta, dessa vez, por causa das menções a (Just like) Starting Over - que provavelmente é a primeira música de um beatle que eu ouvi na vida, quando tinha uns cinco anos - e Across the Universe - que fica no topo da minha lista de músicas dos Beatles...